terça-feira, 24 de janeiro de 2017

A Cabana - resenha





Pode até ser que alguns visitantes do meu blog não concordem comigo. Mas, tudo bem, cada pessoa tem a sua maneira de pensar. Eu, simplesmente, respeito. Quando comecei a ler a cabana, pensei logo que estava diante de uma história que me prenderia do início ao fim. Mas isso não aconteceu. Nos quatro primeiros capítulos, a leitura fluiu muito bem. Depois perdi a conta de quantas vezes eu dormi sobre o livro. Então, me perguntei: "O que está acontecendo? Afinal, não se trata de um livro que se tornou um campeão de vendas"? Mak Aleens é o protagonista da história. Divertia-se com seus filhos em um acampamento. Então, o pior de seus pesadelos emergiu: Missy, a filha caçula, desaparece. Após uma operação de busca, o vestido da criança é achado encharcado de sangue em uma velha cabana. 

O mundo de Mak, então, desaba. Dor, aflição e vazio se tornam parte de sua vida. Poucos dias depois, recebe um bilhete misterioso. Tratava se de um convite pra ele passar um fim semana na cabana, a mesma, na qual o vestido de Missy fora achado. O dono do bilhete identificou-se como papai. E ainda disse que sentia Saudades de Mak. Apesar do choque, ele vai à velha cabana. Ao chegar lá, tem um encontro inusitado. A cabana e o lugar em torno dela se transformam numa espécie de paraíso. Três pessoas se apresentam personificadas como Jesus, espírito santo e Deus. 

O breve resumo que fiz é só o que se aproveita no livro. Pra não ser injusto, há uma bela descrição dos ambientes. Depois, o que se segue é um misto de filosofia, espiritualidade e misticismo que não me agradou. As últimas páginas também surpreendem. E só! O livro, simplesmente, me cansou. Escrevi a resenha pra mostrar que nem tudo que reluz é ouro.

Classifico a obra de William P Young de regular.

Abraço



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