sexta-feira, 9 de março de 2018

O perfume - A história de um assassino - resenha



A história do autor Patrick Suskind é surreal. O protagonista: Jean-Baptiste Grenouille é ainda mais. Um ser com um dom especial. Rejeitado pela própria mãe em um imundo mercado de Paris, capital da França. Sua mãe foi acusada de tentar mata-lo. E, sumariamente, é executada. É então deixado aos cuidados de uma mulher que cuida de uma espécie de orfanato da época. Em um ambiente hostil Grenouille cresce odiado por todos.  Mas, ele é um ser indiferente e desprovido de sentimentos. No entanto, começa a compreender que nasceu para absorver os cheiros de tudo que existe. Nada praticamente escapa de seu olfato sobrenatural. A história foi ambientada na França, século XVIII, onde o fedor era uma característica daquela época. Não só no sentido simbólico, mas literal também.

Grenouille era diferente. Seu corpo não exalava cheiro nenhum. A grande capacidade incomum de sentir odores logo foi percebida pelos habitantes da velha Paris. As pessoas se sentiam incomodadas com aquele ser, pois pressentiam que ele seria até capaz de sentir os cheiros, talvez, até dos seus segredos mais obscuros. Entretanto, apesar de ser tão diferente, ninguém poderia imaginar do que ele seria capaz. Sua insanidade para absorver odores o transformou em um assassino. Ele queria criar o perfume perfeito. E só através de mulheres jovens, belas e virgens conseguiria o objetivo.

Os corpos delas geravam nele uma atração irresistível. Precisava se apoderar da única essência que daria sentido a sua vida. Ele, então, matou muitas jovens virgens e disseminou o medo. Quando foi finalmente preso e levado para ser executado, usou o perfume para dominar as pessoas. Simplesmente, se renderam ao cheiro que exalava dele. Apesar de tanta crueldade, elas o veneraram. Não importava o que ele tinha feito, mas sim, o que ele exalava. Os habitantes de uma pequena cidade se entregaram em orgias ao serem dominadas por aquele odor demoníaco, mas sedutor.

Quando tudo acabou, Jean-Baptiste volta à Paris. Estranhamente, ao retornar do transe, as autoridades e habitantes da cidade evitam até mesmo falar sobre o ocorrido. E o caso é dado como encerrado. Jean-Baptiste volta para Paris. Não estava satisfeito. Precisava de mais respostas. O poder sobre as pessoas não era o suficiente. Então, que tudo fosse para o inferno, inclusive ele mesmo. Tomou uma decisão: jogou sobre si todo o conteúdo do perfume. Toda a essência das moças virgens penetrou em sua pele, e se apoderou de sua alma.

Mendigos, prostitutas e vagabundos. Enfim, o que era considerado a escória da velha Paris foi atraído pelo odor de Jean-Baptiste. A alegria e a felicidade tomou conta de todos. Então, agarraram-no e comeram-lhes as carnes. Após o fato, retornaram para a sua rotina. Descobriram que a felicidade pode ser apenas um instante apenas. Quanto a Jean-Baptiste, talvez tenha alcançado o seu objetivo, apesar do fim trágico. Afinal, ele era único.

O livro é mesmo satânico, fantástico e arrebatador. Eu assisti ao filme. E é quase uma cópia do livro. Há quem diga que o autor quis fazer críticas à sociedade francesa daquela época. Mas, há um alerta para quem trata as pessoas consideradas diferentes de uma maneira tão cruel, preconceituosa e desumana.
Avaliação: Excelente


terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Como construir pontes






Eu estava no meu trabalho, quando alguém me abordou para entregar uma folha de papel com o texto abaixo. A princípio não dei importância, mas quando resolvi ler me emocionei. E tirei algumas conclusões: Cada um de nós possui algum “muro ou riacho”. Pode ser um muro de qualquer tipo de preconceito, arrogância, narcisismo, dentre outros. Ou riachos de mágoas e ressentimentos. Resolvi então postar o texto no meu blog. Leia e reflita. Também comente. Penso que a opinião de cada pessoa criará uma maravilhosa moldura para o texto o qual eu comparo a um magnífico quadro pintado com as cores da alma do autor.
Dois irmãos moravam em fazendas vizinhas, separadas apenas por um riacho, entraram em conflito. Foi  a primeira grande desavença em toda uma vida de trabalho lado a lado. Mas agora tudo havia mudado. O que começou com um pequeno mal entendido, finalmente explodiu numa troca de palavras ríspidas, seguidas por semanas de silêncio.
Numa manhã o irmão mais velho ouviu baterem a sua porta. Ao abri-la, notou um homem com uma caixa de ferramentas de carpinteiro na mão.
--- Estou procurando trabalho, disse ele. Talvez você tenha algum serviço para mim.
--- Sim --- disse o fazendeiro. --- Claro! Vê aquela fazenda ali, além do riacho? É do meu vizinho, na realidade do meu irmão mais novo. Nós brigamos e não posso mais suportá-lo. Vê aquela pilha de madeira ali no celeiro? Pois a use para construir uma cerca bem alta.
--- Acho que entendo a situação --- disse o carpinteiro. --- Mostre-me onde estão a pá e os pregos. --- Concluiu.
O irmão mais velho entregou o material e foi para a cidade. O homem ficou ali cortando, medindo, trabalhando o dia inteiro. Quando o fazendeiro chegou não acreditou no que viu: em vez de cerca, uma ponte foi construída ali, ligando as duas margens do rio.
Era um belo trabalho, mas o fazendeiro ficou enfurecido e falou:
--- Você foi atrevido construindo esta ponte depois de tudo o que lhe contei.
Mas as surpresas não pararam por aí. Ao olhar novamente para a ponte viu o seu irmão se aproximando de braços abertos. Por um instante permaneceu imóvel do seu lado do rio. O irmão mais novo falou:
--- Você realmente foi muito amigo construindo esta ponte mesmo depois do que eu lhe disse.
De repente num só impulso, o irmão mais velho correu na direção do outro e abraçaram-se, chorando no meio da ponte. O carpinteiro que fez o trabalho partiu com sua caixa de ferramentas.
--- Espere, fique conosco! Tenho outros trabalhos para você.
E o carpinteiro respondeu:
--- Eu adoraria, mas tenho outras pontes para construir...

(Autor desconhecido)

sábado, 30 de setembro de 2017

Vídeo: Como tocar de ouvido

Sou músico. E todo músico que se preze tem que tirar música de ouvido. Navegando pelo youtube, achei este vídeo com ótimas dicas sobre o assunto. Assistam, pois o cara realmente ensina bem.



Altos Céus: música

Esta música  é de minha autoria. Espero que gostem. Acessem o youtube, compartilhe e se inscreva em meu canal.
Obriga e abraço.
Título: Altos Céus
Autor: Elcias Monteiro



terça-feira, 12 de setembro de 2017

Diferenças entre resumo e resenha

Gostei bastante do vídeo. As dicas são muito úteis para quem gosta de escrever. Escrever é um exercício diário, mas a perfeição ninguém alcança. Pois é sempre um aprendizado.


// O corpo do texto deve ficar no lugar deste comentário. //


Dicas sobre os benefícios da literatura

Olá! Peço desculpas para os leitores e visitantes do meu blog, pois fiquei um bom tempo sem postar devido a falta de temo mesmo, rsrsrs
Navegando pelo youtube me deparei com este vídeo. Achei interessante e resolvi postar aqui no vitrine do autor. Sempre que eu puder, postarei dicas e artigos sobre diversos assuntos.

Abraços



sábado, 4 de fevereiro de 2017

Dragões da noite - O Reino de Ava - Sinopse



Em "O Domínio de Ava" Dylan, a principal celebridade da história, é um moço normal, aluno, filho, companheiro... Contudo, depois que começa a ter seguidos sonhos, ele nota que algo principia a desviar. Capacidades que não possuía começam a aflorar e tudo converge para apenas um alvo; sua apresentação para o campo de Ava. Lá, ele vai achar que ser um indivíduo normal era unicamente um amparo, uma camuflagem para que no período adequado ele pudesse achar quem é efetivamente. Guerreiros, uma Rainha, Dragões, tudo pode ser visto nesse primeiro livro, só uma fato não se sabe... Em que lugar o mal irá aparecer.

Recomendo. 
Avaliação: Ótimo

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

A ponta do novelo & outras histórias - resenha



Vivemos em tempos difíceis. E, pouco a pouco, os seres humanos vão perdendo a capacidade de observação e de interiorizar o que se vê.  O tempo parece mais curto. E estamos sempre atarefados e atormentados por ‘mil’ preocupações. Há tanta coisa bela pra se ver: o sol que se põe, ou a chuva que cai. Os animais, as flores, as paisagens. Enfim, tudo a nossa volta nos ensina algo. A simbologia é uma forma de comunicação muito poderosa. Ela penetra fundo na alma e desperta em nós a reflexão. Isso eu aprendi lendo o livro: ‘A ponta do novelo & outras histórias’.
Confesso que a simbologia e as metáforas do autor Hilário Francisconi me cativaram. O prefácio do livro foi escrito pela doutora e professora Márcia Maria de Jesus Pessanha. Ela é presidente da Academia de Letras de Niterói, Rio de Janeiro. Isso significa que ela possui conhecimento e autoridade para falar sobre literatura. Conforme ela disse: a obra não tem um gênero definido, pois há de tudo um pouco: contos, crônicas, reflexões e prosa poética. Na verdade, uma ‘salada‘de textos de muito bom gosto.

Não foi fácil analisar a obra. Devido a certo grau de complexidade em alguns trechos que li, a minha interpretação pode ser diferente da interpretação de outros leitores. Entretanto, no subjetivismo do autor há sempre uma mensagem útil. Surrealismo, personificação e o fantástico se fundem nos textos dando um quê enigmático nas histórias, algo que me agradou bastante. Exemplos: o turista Kaled que acha uma ampulheta no vagão de uma locomotiva e viaja em seus devaneios, o diálogo divertido entre a sombra e a chama, no qual disputam quem é mais importante, e o homem que não via a própria imagem em um labirinto de espelhos, mas em cada espelho estava refletida a imagem de um homem diferente. Porém, era um só homem. Talvez ele tenha conseguido ver as suas múltiplas personalidades nos espelhos. Foi isso que entendi.

São 32 histórias. Certamente, quem leu o livro escolheu as suas preferidas. Eu também tenho as minhas e vou citar algumas dentre as 25 que mais gostei: A ampulheta, a ponta do novelo, o cupim, o labirinto de espelhos, a concha, as duas ilhas, a bolha de sabão, a corda bamba, a sombra e a chama, sombras amantes e a bolha de sabão. Em todas as histórias, há um ritmo eletrizante. Assim o autor tece as palavras, frases, períodos e parágrafos com habilidade, graça e elegância. A palavra ‘novelo’, presente no título da obra de Hilário Francisconi, significa bola de fio enrolado. Desse emaranhado de fios, podem surgir belos trabalhos artesanais. Todo escritor possui em sua mente uma espécie de novelo. Agora, fazer algo diferenciado não é tarefa fácil.
Parabenizo o autor pela  obra. Recomendo.
Avaliação: ótimo
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quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Morri para Viver - Resenha



Sete milhões de exemplares vendidos. A protagonista da biografia jamais poderia imaginar que a história de sua vida renderia tantas cifras. Estou falando de Andressa Urach, a mulher que foi ao 'inferno’, mas retornou transformada pelo poder de Deus. Após entrar em coma, devido à aplicação de hidrogel e pmma no corpo, teve uma experiência sobrenatural. A dor e a luta pela qual ela passou era algo imensurável. Equiparando-se apenas à obsessão e ao desejo louco pela fama, dinheiro e poder. Ela simplesmente arriscou tudo para ser o centro das atenções da mídia. E conseguiu.
Seu nome se tornou sinônimo de degradação moral. Prostituição, drogas e diversos escândalos se tornaram parte do cotidiano de Andressa. 

Foram muitas as cirurgias, e foram muitos os homens com os quais se prostituiu. Astros do futebol, músicos, políticos, empresários, traficantes e até religiosos. Enfim, a lista era extensa. As bizarrices do submundo da prostituição são narradas com detalhes. Na prostituição de luxo, Andressa foi destaque. Cobrava valores elevados por seus serviços. Só pra se ter uma noção: ela fez um programa por 30 mil reais, em uma hora apenas. Entretanto, a maior parte do que recebia era gasta com as cirurgias e drogas. Andressa teve uma relação familiar conturbada. Aos sete anos de idade, foi vítima de pedofilia. O pedófilo teria abusado dela muitas vezes. Certamente, isso contribuiu pra que ela se tornasse uma pessoa amargurada e rebelde. 

No livro não é citado os nomes dos famosos que se envolveram com Andressa. Porém, como foi um caso que se tornou público e explorado pela mídia, o relacionamento dela com o jogador Cristiano Ronaldo foi mencionado.

No mais, Morri para Viver é leitura imperdível. Ricamente ilustrado com as imagens de Andressa ao longo da trajetória de sua vida. Elas mostram uma Andressa na infância e adolescência. Depois, uma mulher sensual já modificada pelas diversas plásticas, hidrogel, Pmma e as chocantes imagens em uma cama de hospital.·.
No entanto, o que mais me agradou: as fotos de uma mulher de cabelos curtos, vestida de maneira elegante. Só Deus mesmo faz tamanha transformação.

Recomendo
Classificação: Excelente

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

A Cabana - resenha





Pode até ser que alguns visitantes do meu blog não concordem comigo. Mas, tudo bem, cada pessoa tem a sua maneira de pensar. Eu, simplesmente, respeito. Quando comecei a ler a cabana, pensei logo que estava diante de uma história que me prenderia do início ao fim. Mas isso não aconteceu. Nos quatro primeiros capítulos, a leitura fluiu muito bem. Depois perdi a conta de quantas vezes eu dormi sobre o livro. Então, me perguntei: "O que está acontecendo? Afinal, não se trata de um livro que se tornou um campeão de vendas"? Mak Aleens é o protagonista da história. Divertia-se com seus filhos em um acampamento. Então, o pior de seus pesadelos emergiu: Missy, a filha caçula, desaparece. Após uma operação de busca, o vestido da criança é achado encharcado de sangue em uma velha cabana. 

O mundo de Mak, então, desaba. Dor, aflição e vazio se tornam parte de sua vida. Poucos dias depois, recebe um bilhete misterioso. Tratava se de um convite pra ele passar um fim semana na cabana, a mesma, na qual o vestido de Missy fora achado. O dono do bilhete identificou-se como papai. E ainda disse que sentia Saudades de Mak. Apesar do choque, ele vai à velha cabana. Ao chegar lá, tem um encontro inusitado. A cabana e o lugar em torno dela se transformam numa espécie de paraíso. Três pessoas se apresentam personificadas como Jesus, espírito santo e Deus. 

O breve resumo que fiz é só o que se aproveita no livro. Pra não ser injusto, há uma bela descrição dos ambientes. Depois, o que se segue é um misto de filosofia, espiritualidade e misticismo que não me agradou. As últimas páginas também surpreendem. E só! O livro, simplesmente, me cansou. Escrevi a resenha pra mostrar que nem tudo que reluz é ouro.

Classifico a obra de William P Young de regular.

Abraço



segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Três erros fatais que Lúcifer cometeu - resenha



Lúcifer, o anjo caído. Pode existir alguém neste planeta que nunca ouviu falar dele? Não quero fazer publicidade de graça desse odiável e desprezível ser; mas, segundo a bíblia, ele era o 'cara'. Conseguiu ser o anjo mais poderoso, abaixo apenas de Deus. Domina a música, mas não era maestro como muita gente imagina. Cresci acreditando que ele estava no Céu quando se rebelou contra Deus. Entretanto, ao 'ler três erros fatais que Lúcifer cometeu', comecei a questionar no que sempre acreditei. Segundo o autor, o tal anjo estava no Éden quando se rebelou. E, pensando bem, faz sentido. Se o céu é um lugar santo e sob a proteção de Deus, como poderia o erro ou pecado ter surgido lá.

A Bíblia é um livro espiritual que dá margem para diversas interpretações. Há nela uma simbologia que esconde segredos. Portanto, nenhuma religião ou corrente de pensamentos são donos da verdade. É necessário, às vezes, rever conceitos e mudar paradigmas para enxergarmos além da parede que bloqueia a nossa visão.

Outro detalhe que achei relevante no livro de Paulo Luís é quando ele cita o conceito errôneo do dualismo, que é apregoado por muitas denominações do meio evangélico. Tal conceito parece equiparar Deus e Lúcifer a dois gladiadores em eterno combate. Ou seja, colocando ambos no mesmo nível. Entretanto, Deus não divide sua glória com ninguém. É supremo. E seu poder é infinitamente superior. Ele é o criador, o outro, apenas a criatura caída. Já foi julgado. E, no tempo certo, ficará preso para sempre no inferno, conforme está escrito na bíblia. 

'Três erros fatais que Lúcifer cometeu' é um livro impactante e revelador. Possui apenas 70 páginas e pode ser lido em uma hora apenas. Recomendo e o classifico como um bom livro. Afinal, nos menores frascos estão os melhores perfumes.


Abraço

domingo, 23 de novembro de 2014

Ele veio para libertar os cativos - resenha


Antes de escrever esta resenha, pesquisei na net sobre a autora Rebecca Brown. Confesso que fiquei impressionado sobre a polêmica em torno do livro: “Ele veio para libertar os cativos”.  Estou relendo. No entanto, uma pergunta em minha cabeça perturba a alma: A autora é uma grande mentirosa... ou realmente fez revelações verdadeiras? Satanismo é o tema predominante baseado, segundo a autora, em uma história real. Sei que há um embate entre Deus e o diabo. No meio do fogo cruzado, os seres humanos e toda criatura estão envolvidos. Não há como fugir da guerra. E também não é possível ficar em cima do 'muro'.  Mas uma coisa eu posso adiantar: escolher e trilhar o caminho do diabo é um péssimo negócio!

Muitas coisas estranhas que não conseguimos compreender existem. Isso é fato.
O satanismo e o ocultismo são reais. O diabo se alimenta de pó. Está escrito no livro de Gênesis. E o pó é o pecado. Se você quiser ler o livro, é melhor ter cuidado. Ele poderá até influenciá-lo a ter mais conhecimento sobre o ocultismo. E a curiosidade poderá se transformar em uma espécie de teia de aranha.

A narrativa de Rebecca Brown é fascinante. Ela teve a missão de combater o satanismo na obscura década de 70 do século vinte. No hospital em que trabalhava, alguns colegas eram satanistas. Então, certo dia, teve que atender Elaine: uma espécie de bruxa muito poderosa. Com calma e paciência, Rebecca fala do amor de Jesus e do plano de salvação para ela. Ao conseguir êxito, as duas sofrem intensas perseguições dos satanistas. No livro é mostrado sacrifícios, aparições de demônios e outras bizarrices. Simplesmente, mergulhei na história. Temas relacionados ao sobrenatural sempre me interessam. Tanto faz, se é ficção ou não. Eu recomendo o livro

Classificação: Excelente

 Abraços.